sábado, 21 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Está na hora das ISOs netinstall?

A partir do momento em que a Canonical decidiu concentrar os seus esforços na interface Unity, uma legião de usuários fiéis ao GNOME decidiram desabilitar a nova interface em favor do GNOME clássico ou até mesmo do GNOME Shell, que está prevista para não vir nas próximas versões da distribuição a ser lançada. Então, eis a questão: não está na hora de dispormos de uma versão netinstall das distribuições mais populares?
Caso não saibam, a imagem de instalação netinstall surgiu com o Debian, a qual possui um volume minimalista de pacotes, suficientes apenas para realizar uma instalação básica e em modo texto. A partir do sistema de gerenciamento de pacotes, poderemos realizar a personalização do sistema operacional, instalando tão somente os softwares que desejarmos! Então, em um universo de distribuições, onde algumas destas se subdividem em versões alternativas para cada ambiente gráfico (que nem sempre são tão utilizadas), acredito que seria mais produtivo concentrar os esforços em uma imagem netinstall. Além disso, promoverá melhor o ambiente gráfico padrão, sem contar ainda a possibilidade de definir as aplicações que deverão vir junto deles!
Claro que a idéia em questão servirá apenas para os usuários hardcores, já que os leigos certamente terão dificuldades de realizar a personalização. Ainda assim, acredito que a versão mainstream certamente será suficiente para eles.


O que acham? &;-D

Texto: Ednei Melo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alterando arquivo hosts Windows com .bat

Segue sintaxe para alterar o hosts do windows via arquivo em lote:

echo 192.168.1.10 test.test.com>>c:\Windows\System32\drivers\etc\hosts



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Regra Servidor Virtual iptables

Regra simples e muito útil de redirecionamento de pacotes entre redes.

Cenário:
WAN 172.10.2.35
LAN 192.168.56.1

No exemplo, quando for solicitado a conexão na porta 22 (ssh) para o ip 172.10.2.35, será redirecionado para o host na lan 192.168.56.2

#habilitando o encaminhamento de pacotes:
root@iw000750:~# echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward

#liberando conexões com destino a porta 22:
root@iw000750:~# iptables -A FORWARD -p tcp --dport 22 -j ACCEPT

#redirecionando pacotes que chegaram na interface 172.10.2.35 porta 22
para a máquina 192.168.56.2
root@iw000750:~# iptables -t nat -A PREROUTING -d 172.10.2.35 -p tcp --dport 22 -j DNAT --to 192.168.56.2

#Na liberação do serviço ssh, pode se implementar um pouco de 
segurança, filtrando a origem com o parâmetro -s, neste exemplo 
restringindo o acesso a porta 22 somente ao host 172.10.2.38 :
root@iw000750:~# iptables -A FORWARD -s 172.10.2.38 -p tcp --dport 22 -j ACCEPT











Alterando Tela "roxa" inicialização Ubuntu

Pra quem acha meio "São Paulino" a tela de inicialização do Ubuntu, edite este arquivo:

 /lib/plymouth/themes/ubuntu-logo/ubuntu-logo.script

os seguintes parametros em negrito, definem as cores (no caso do exemplo foi alterado para a cor preta):

Window.SetBackgroundTopColor (0.00, 0.00, 0.00);     # Nice colour on top of the screen fading to
Window.SetBackgroundBottomColor (0.00, 0.00, 0.00);  # an equally nice colour on the bottom







sábado, 30 de abril de 2011

Tunelamento SSH

O Secure Shell ou SSH. É simultaneamente, um programa de computador e um protocolo de rede que permite a conexão com outro computador na rede, de forma a executar comandos de uma unidade remota. Possui as mesmas funcionalidades do telnet, com a vantagem da conexão entre o cliente e o servidor ser criptografada.O SSH oferece um serviço de Túnel o mesmo tem como finalidade o acesso ligando uma das portas da sua máquina à porta do servidor onde o serviço em questão está ativo. Nesse caso, é criada uma espécie de VPN temporária, através da qual é possível acessar o serviço de forma segura.Todas as informações transmitidas são encriptadas pelo SSH.
Segue alguns exemplos de utilização do Túnel SSH:

Como estabelecer um tunnel atraves do SSH


ssh -N -f -L LPORT:DHOST:DPORT usuario@$IPSRV
ssh -N -f -D LPORT usuario@$IPSRV

-N para não executar nenhum comando no servidor remoto
-f para enviar o comando para o background
-L para especificar que sera criado um tunnel local
-D para especificar que sera criado um tunnel dinamico (socks)

IPSRV="ip_do_servidor"
LPORT="porta local"
DHOST="host destino"
DPORT="porta destino"

Exemplos:

1) Se você utiliza o VNC para tarefas sensíveis, como administrar servidores, acessar sistemas bancários, etc., pode implantar uma camada extra de segurança, utilizando o VNC em conjunto com o SSH. Nesse caso, a segurança é quase total, pois além de ser necessária uma dupla autenticação (primeiro no SSH e depois no VNC), todos os dados são transmitidos através da rede de forma encriptada, utilizando um algoritmo reconhecidamente seguro.

Criamos um tunnel para a maquina com IP 192.168.254.93 que esta dentro da rede do cliente.

export IPSRV="200.182.206.2"
export LPORT="5900"
export DHOST="192.168.254.93"
export DPORT="5900"

ssh -L -N -f $LPORT:$DHOST:$DPORT brc@$IPSRV

A partir dai configuramos o cliente VNC para estabelecer uma conexão com 127.0.0.1
Esta conexão sera redirecionada através da conexão SSH e chegará no DHOST:DPORT especificado.

vinagre 127.0.0.1:5900

2º) NMAP scan


Devemos considerar o uso de "nmap -sT" com o "proxychains". Simples assim:

export LPORT="1080"
export IPCLI="192.168.254.93"
export IPSRV="200.182.206.2"

ssh -N -f -D $LPORT brc@$IPSRV
proxychains nmap -sT -p NN $IPCLI
proxychains nmap -sT -PO -p 80 -iR $IPCLI

Edite o arquivo proxychains.conf para especificar o proxy "SOCKS".

vi /etc/proxychains.conf
socks5 127.0.0.1 1080

Post do meu grande amigo Caderno.

Gerenciamento de Disco Windows 7

Me rendeu ao menos 1 min de googlada para saber como iniciar o Gerenciamento de disco no Win 7, então: iniciar > executar > diskmgmt.msc

Comando tcpdump - exemplos de uso

Monitorando as conexões pela interface eth0 com destino ao host 192.168.210.201 sem resolver nomes ou portas:

# tcpdump -i eth0 dst 192.168.210.201 -nn
09:23:09.826907 IP 192.168.210.5.22 > 192.168.210.201.2210: P 188964:189112(148)
ack 833 win 8576
09:23:09.826958 IP 192.168.210.5.22 > 192.168.210.201.2210: P 189112:189260(148)
ack 833 win 8576

Monitorando as conexões pela interface eth0 com origem do host 192.168.210.201 e com destino o host 192.168.210.5 sem resolver nomes ou portas:


# tcpdump -i eth0 src 192.168.210.201 and dst 192.168.210.5 -nn
09:24:42.805222 IP 192.168.210.201.2210 > 192.168.210.5.22: . ack 1005731904 win
65287
09:24:43.003885 IP 192.168.210.201.2210 > 192.168.210.5.22: . ack 133 win 65155

Monitorando as conexões pela interface eth0 com origem do host 192.168.210.201 e com destino o host 192.168.210.5, MENOS a porta 22 (ssh), sem resolver nomes ou portas:

# tcpdump -i eth0 src 192.168.210.201 and dst 192.168.210.5 and not port 22 -nn
09:27:40.065359 IP 192.168.210.201.2346 > 192.168.210.5.98: . ack 3794525559 win
64846
09:27:40.232109 IP 192.168.210.201.2346 > 192.168.210.5.98: F 0:0(0) ack 1 win
64846

Monitorando as conexões pela interface eth0 tanto origem como destino o host host 192.168.210.201:

# tcpdump -i eth0 host 192.168.210.201 -nn
09:28:12.404899 IP 192.168.210.5.22 > 192.168.210.201.2210: P
2104076:2104224(148) ack 9465 win 16080
09:28:12.404943 IP 192.168.210.5.22 > 192.168.210.201.2210: P
2104224:2104372(148) ack 9465 win 16080

Monitorando as conexões pela interface eth0 com origem do host 192.168.210.201 e com destino o host 192.168.210.5, MENOS a porta 22 (ssh), sem resolver nomes ou portas e inserindo a saída do comando no arquivo log_tcpdump (no diretório corrente):

# tcpdump -i eth0 src 192.168.210.201 and dst 192.168.210.5 and not port 22 -nn -w log_tcpdump
tcpdump: listening on eth0, link-type EN10MB (Ethernet), capture size 68 bytes
^C7 packets captured
7 packets received by filter
0 packets dropped by kernel
# ls
log_tcpdump

Monitorar conexões entrantes / saintes na porta 80 (http) na interface eth0 (ao não especificar device de escuta "-i ethX", por padrão a interface eth0 é escutada):

# tcpdump port 80
09:37:00.589858 IP 5b.16.344a.static.theplanet.com.http >
master.ctberrini.com.br.46682: P 814487551:814488703(1152) ack 4015645779 win 1758
09:37:00.664095 IP master.ctberrini.com.br.46682 >
5b.16.344a.static.theplanet.com.http: . ack 1152 win 0
09:37:01.830973 IP 5b.16.344a.static.theplanet.com.http >
master.ctberrini.com.br.46682: . ack 1 win 1758

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Exemplos úteis de uso do comando find

Algumas opções do comando find.

Procurando o arquivo rita_cadillac.wmv dentro da partição /media/dados_:

$ find /media/dados_/ -name rita_cadillac.wmv -print
/media/dados_/por/rita_cadillac.wmv

Procura e deleta o(s) arquivos teste.txt dentro do home do usuário lsantos:

$ find /home/lsantos/ -name teste.txt -exec rm -vf {} \;
removido `/home/lsantos/teste.txt'
removido `/home/lsantos/Imagens/teste.txt'

Procura no diretório corrente arquivos modificados a 2 dias (mtime = modification time, quantos dias o conteúdo foi modificado):

$ find . -mtime 2 -print:
./var/log/samba
./var/log/samba/log.smbd.1.gz
./var/log/samba/log.nmbd.1.gz
./var/log/samba/log.winbindd.1.gz
./var/log/dmesg.3.gz
./var/log/daemon.log.1

Procura no /home todos os arquivos do usuário coxinha:

$ find /home/ -user coxinha -print
/home/coxinha
/home/coxinha/.bash_logout
/home/coxinha/.profile
/home/coxinha/projetos
/home/coxinha/projetos/word_end.sh
/home/coxinha/examples.desktop
/home/coxinha/.bashrc

Procura em todo o sistema arquivos com a extensão .doc e .conf:

$ find / -name '*.doc' -o -name '*.conf' -print
/etc/hdparm.conf
/etc/ld.so.conf.d/libc.conf
/etc/ld.so.conf.d/GL.conf
/etc/ld.so.conf.d/i486-linux-gnu.conf
/etc/ld.so.conf.d/libasound2.conf
/etc/samba/smb.conf
/etc/samba/dhcp.conf
/etc/mke2fs.conf
/etc/logrotate.conf
/etc/usplash.conf
/etc/gtk-2.0/im-multipress.conf
/etc/resolv.conf
/etc/brltty.conf

Procura no diretório corrente arquivos maiores que 2MB (2048kb):

$ find . -size +2048 -print
./lsantos/.local/share/Trash/files/Texas.zip
./lsantos/.local/share/Trash/files/Texas.jar
./lsantos/.local/share/Trash/files/09.2010.PLAYBA.Larissa.Riquelme.rar
./lsantos/.local/share/Trash/files/TBOAL.By.Amy_www.BestUnioM.Net.rar
./lsantos/.cache/google-chrome/Cache/data_2
./lsantos/.cache/google-chrome/Cache/data_3

Procura em todo o sistema arquivos que pertençam ao grupo kaluptoff:

$ find / -group kaluptoff -print

Procura no diretório corrente arquivos que não foram acessados a mais de 10 dias (atime = acess time - quanto tempo o arquivo não foi acessado):

$ find . -atime +10 -print | head
./lsantos/.dbus/session-bus/6fc608e49d3903580c4c5e3d4c23eebc-0
./lsantos/.local/share/gvfs-metadata/archive:host=file%253A%252F%252F%252Fmedia%252F300%252Fcursos-tutos%252Fvideo_aulas%252Fwordpress%252FWordpress%252520Volume%2525201.iso
./lsantos/.local/share/gvfs-metadata/label-filmes-c975e37a.log

Para saber quantas fotos (.jpg) existem no diretório /home/lsantos/Imagens:

$ find /home/lsantos/Imagens/ -iname "*.jpg" | wc -l
8

Exemplos de uso do comando SCP

Dicas úteis de como fazer uso deste poderoso programa para transferência de arquivos:

Considere:

Máquina 1:

192.168.254.92
Usuário: lsantos

Máquina 2:

192.168.254.156
Usuário: tux

Vamos lá!

1. Copiar o arquivo "teste" na máquina 2 que está dentro do diretório /home/tux/Images para a máquina 1 dentro de /home/lsantos/dir_teste/:
$ scp tux@192.168.254.156:/home/tux/Images/teste /home/lsantos/dir_teste/

$ cd /home/lsantos/dir_teste/
$ ls
teste

2. Enviando o arquivo "arquivo.txt" da máquina 2 para a máquina 1 (ao não especificar um caminho de destino para o arquivo o mesmo irá para o diretório /home do usuário utilizado no login):


$ scp arquivo.txt lsantos@192.168.254.92:

(máquina 1)

$ pwd
/home/lsantos
$ ls -l arquivo.txt
-rw-r--r-- 1 lsantos lsantos 0 2009-10-29 14:52 arquivo.txt

3. Enviando o arquivo "megaupload" da máquina 1 para a máquina 2 dentro de /home/tux/Public:

$ scp megaupload tux@192.168.254.156:/home/tux/Public

4. Supondo que a máquina que você precisa enviar o arquivo esteja com o serviço ssh em uma porta específica, utilizamos o parâmetro -P:

$ scp -P 6969 megaupload tux@192.168.254.156:/home/tux/Public

5. É possível também habilitar o modo verbose para debugar a conexão:

$ scp -vP 6969 megaupload tux@192.168.254.156:/home/tux/Public
Executing: program /usr/bin/ssh host 192.168.254.156, user tux, command scp -v -t /home/tux/Public
OpenSSH_5.1p1 Debian-5ubuntu1, OpenSSL 0.9.8g 19 Oct 2007
debug1: Reading configuration data /etc/ssh/ssh_config
debug1: Applying options for *
debug1: Connecting to 192.168.254.156 [192.168.254.156] port 6969.
*
*
*
debug1: fd 0 clearing O_NONBLOCK
debug1: fd 1 clearing O_NONBLOCK
Transferred: sent 1672, received 1272 bytes, in 0.1 seconds
Bytes per second: sent 25937.0, received 19732.0
debug1: Exit status 0

quinta-feira, 24 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

4 GB ou mais Ubuntu 32 bits

Para reconhecer 4 gb ou mais no Ubuntu 32 bits
(feito testes no 9.10 Karmic Koala) basta:

apt-get install linux-headers-server linux-image-server linux-server


Reinicie e desfrute de mais memória!